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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Sua ansiedade não soluciona problema algum!



Você está agitado, meu filho? Parece ansioso. Tranquilize sua alma. Assim você não resolve problema algum e ainda causa outros piores para você e para quem está perto. Que tal você se conhecer um pouco melhor? Você não consegue agradar a todos. Nem você se sente satisfeito  consigo  mesmo. Por que se debater assim? Você não é perfeito. Portanto, não  adianta exigir perfeição dos outros ou  daquilo que fazem. Nem você conseguiu  organizar sua vida direito!  Você não tem que saber tudo, fazer tudo ou dizer as coisas certas. Ninguém é certinho o tempo todo. Pare com a agitação um pouco. Tente caminhar em vez de correr. Tente dialogar em vez de gritar. Tente ver em lugar de somente enxergar. Procure ouvir  em vez de apenas escutar. Bom, de vez em quando, parar, sentir e aprender  a ouvir o canto dos pássaros, em vez do barulho dos carros ou dos canhões. Bom para a alma olhar o  céu, às vezes, e ver o brilho das estrelas ou quem sabe? Sentir o perfume de uma flor. É bom deslizar pelas ruas em vez de se atropelar nas calçadas. Ansiedade, agitação interior, pressa são três gigantes da nossa alma que precisamos combater  urgentemente. Assim, meus filhos a gente vai andando devagarzinho, fazendo aos poucos, realizando com carinho, mas seguindo sempre. Lembre-­se: sua ansiedade não soluciona problema algum. Conheça um pouco mais de você mesmo e aprenda a não exigir de si ou dos outros aquilo que nem Deus espera ainda de você. Agitação, ansiedade e nervosismo são os três sinais de que você não se conhece bem.

Livro: (Espírito Pai João de Aruanda) Robson Pinheiro - Sabedoria de Preto Velho. Capítulo: Agitação e Ansiedade, página 15.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Batalhas da vida


(...)
Seguir em frente, apesar das dificuldades, é a maneira mais eficiente de se desvincular das derrotas. Não se deixa de viver quando se morre; morremos quando deixamos de lutar.
Ao acordar a cada novo dia, recorde-se de que você é uma nova criatura, e, portanto, em condições de não mais repetir pensamentos e comportamentos autodestrutivos. A felicidade está diretamente ligada à nossa disposição de renovação diária das atitudes. A escolha sempre vai por nossa conta.
(...)

Não importa o tamanho do problema que o aflige no momento. Se você se dispuser a não lhe dar tanta importância, a perdoar as pedras do caminho e a seguir em frente trabalhando pelo melhor, tenha certeza de que o tempo se encarregará de deixar qualquer dificuldade enterrada no chão do passado.

Fonte: De Lucca, José Carlos. Siga em frente. In: Força Espiritual. São Paulo: Ed. Petit., 2007, p. 35-36.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Caminhada da vida

http://dumancha.com/site/categorias/gospel/page/4/

Cuidado para que seus sonhos não se transformem em meros projetos ou intenções. Frustração é o nome que muitas vezes se dá aos castelos que nossas mãos não quiseram construir.
Não desanime apenas porque sua meta exigirá longo esforço. Toda grande caminhada começa no primeiro passo. Um livro de mil folhas foi escrito página por página, palavra por palavra.
Não fique contando as prováveis dificuldades que vai encontrar, pois é possível que você desista antes mesmo de começar. Ponha-se a trabalhar e as dificuldades serão naturalmente resolvidas quando aparecerem - e se aparecerem.
Jamais esqueça que, dando o primeiro passo, você se sentirá animado em dar logo o segundo, e assim sucessivamente até a conquista das suas aspirações. Quanto mais você anda mais se sente empolgado em se aproximar do alvo desejado. Quanto mais parado você fica, mais cansado e desanimado você estará.
Não se preocupe em se sentir ainda despreparado para atingir os objetivos que você tanto acalanta. Ninguém está totalmente pronto quando inicia um novo projeto.
Comece a trabalhar pelos seus ideais e no curso dos acontecimentos você terá os aprendizados necessários e fará os ajustes precisos para alcançar a meta desejada.
Você não atravessará uma rua se ficar apenas contemplando o outro lado da calçada, o segredo do caminho é caminhar.
Se esperar pelo dia ideal para começar a trabalhar, você provavelmente não sairá do lugar.


Fonte: De Lucca, José Carlos. Dê o primeiro passo. In: Força Espiritual. São Paulo: Ed. Petit., 2007, p´. 25-26.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Fé e Saúde

(...) Tenha fé na saúde, e não na doença. Jesus atribuía as curas que realizava à fé que as pessoas possuíam. Evite pronunciar palavras dramatizando as próprias dores. O homem se transforma no que pensa e naquilo que costumeiramente cultiva. (...) A doença talvez seja apenas um grito de socorro por mais amor em sua vida.


Fonte: Trechos do livro Força Espiritual, de José Carlos de Lucca, Editora Petit, 2007. Capítulo: Remédios espirituais, pág. 21-22.

Atitude diante da dificuldade

Quando o vento das dificuldades soprarem mais fortes, permaneça firme no chão da esperança. O desespero é porta aberta a maiores tempestades. Não sofremos tanto pelos problemas que nos atingem, mas sim pela inconformação diante deles. Nas inevitáveis tempestades que atingem indistintamente a todos, aprendamos quanto antes  a praticar a resignação, pois sem ela haveremos de cair no abismo de desequilíbrios emocionais de difícil tratamento.
A irresignação dificulta qualquer ensejo de ajuda espiritual. Suporte a dor do momento, ela é passageira e portadora de luz para o seu amanhã desde que você esteja disposto a aprender com as pedras do caminho.
Sem a plena aceitação da realidade, você jamais mudará coisa alguma em sua vida. Aprenda a lidar com as dificuldades em vez de ficar brigando com elas. Encontre soluções para os problemas e não discursos filosóficos de que a vida deveria ser diferente do que tem sido.
Se você quer uma vida diferente, comece agora mesmo a fazer coisas diferentes do que tem feito. O homem não é apenas o que pensa, mas, sobretudo o que faz.
Deus nos ama, sempre está fazendo o melhor por nós, ainda que nossa visão não consiga enxergar isso à primeira vista. (...)

Fonte: Trechos do livro Força Espiritual, de José Carlos de Lucca, Editora Petit, 2007. Capítulo: Na hora da dor, pág. 19.